Cristãos na Alemanha são contrários ao crucifixo nas escolas

18 Setembro, 2007

Na Alemanha, a maioria dos cidadãos é contrária ao crucifixo nas escolas. Atualmente, os crucifixos estão expostos somente nas salas de aula da católica Baviera, mas uma ampla maioria de alemães é contra a adotar esta praxe também no restante do país.
É o que mostra uma pesquisa do semanário “Focus”, da qual emerge que 56% da população não quer exposto o crucifixo nas salas de aula.
Outro dado interessante indica que somente 56% dos católicos são a favor da exposição do crucifixo nas escolas, enquanto entre os protestantes a porcentagem cai para 20%.
Na semana passada, o secretário do partido democrata-cristão, Ronald Pofalla, pediu a exposição do crucifixo em todas as escolas e nos escritórios públicos. Além das escolas da Baviera, atualmente o crucifixo é exposto somente nas salas dos tribunais, em toda a Alemanha.

Fonte: www.cancaonova.com


Pode Deus abandonar alguém?

18 Setembro, 2007

Em diversos momentos, quando percebi que – de alguma forma -, Deus havia me abandonado, voltei-me corajosamente para a oração.
Aos poucos, fui descobrindo que em circunstâncias assim, Nosso Senhor estava me dando a oportunidade de buscá-lo com uma espécie de ausência de sentidos, que tem muito me ajudado a ver purificada a minha decisão de segui-lo e amá-lo acima de tudo.
Portanto, nada de medo! Quando Deus parecer tão longe, será hora de buscá-lo de um jeito novo; de lhe darmos provas de nosso amor limitado e dizermos: “Senhor, eu te amo mesmo assim!”
Já passou por isso?
e valores.

Ricardo Sá
Fonte: www.cancaonova.com


Os 30 pecados do músico católico

18 Setembro, 2007

Um bom líder sabe que várias cabeças pensam melhor que uma.

  1. Fazer do altar um palco;
  2. Impor sempre seu gosto pessoal;
  3. Cantar por cantar;
  4. “Só toco se for do meu jeito”;
  5. Ir sempre contra a idéia da equipe de celebração e do padre;
  6. Escolher sempre as mesmas músicas;
  7. Nunca sorrir;
  8. Usar instrumentos desafinados;
  9. Tocar músicas de novela em casamento;
  10. Afinar os instrumentos durante a missa;
  11. Colocar letra religiosa em música da “parada”;
  12. Nunca estudar liturgia;
  13. Não prestar atenção na letra do canto;
  14. Não ler o Evangelho do dia antes de escolher as músicas;
  15. Cantar forte demais no microfone, ou seja, o seu é sempre o mais alto;
  16. Volume dos instrumentos muito acima do volume dos microfones;
  17. Coral que canta tudo sozinho;
  18. Cantar só para exibir-se (estrelismo);
  19. Distrair a assembléia com conversas paralelas durante a missa;
  20. Não avisar ao padre as horas que serão cantadas;
  21. Nunca ensaiar novas canções nem estudar o instrumento que ministra (voz, violão, teclado…);
  22. Ensaiar tudo antes da missa;
  23. Cantar músicas desconhecidas
  24. Usar roupa bem extravagante, que chame a atenção;
  25. Músicas fora da realidade e do tempo litúrgico;
  26. Fazer o máximo de barulho;
  27. Fazer de conta que está em um show de rock;
  28. Perder contato com a assembléia;
  29. Não ter vida interior ou oração com o ministério inteiro;
  30. Repetir no fim de cada celebração: “vocês são ótimos, eu sou apenas o máximo!”

 Com isso podemos começar a servir a Deus. Um bom líder sabe que várias cabeças pensam melhor que uma!Padre Joãozinho, SCJ
Fonte: blog.cancaonova.com/padrejoaozinho


Vocação profissional

13 Setembro, 2007

A palavra vocação vem do latim vocatione (substantivo) e significa chamado, escolha, talento, aptidão, ou Vocare (verbo) que significa chamar. Nossa primeira vocação consiste em ser pessoa humana: o homem é invocado a ser ele mesmo na realização de todas as capacidades da sua natureza. Depois, fazendo uso da liberdade que o próprio Deus nos deu, somos chamados a ter uma relação pessoal com Ele.

Na dimensão divina é o “chamado de Deus”; na dimensão humana é a “resposta” que damos a Deus. No centro de toda a nossa vida espiritual está a vocação à santidade. E, temos ainda, uma vocação profissional, tão importante quanto às outras.
Ter uma profissão é essencial para a nossa sobrevivência e bem estar. Porém, precisamos nos preocupar mais com a importância do trabalho que realizamos. Não podemos pensar só nos altos salários e no status.

Precisamos levar em conta nossa realização pessoal e a satisfação do próximo a quem, sempre, prestaremos um serviço.

 Quem sou eu? O que penso? Do que gosto? Quais são minhas aptidões naturais? O que é que grita dentro de mim em relação a uma profissão? Responder a essas perguntas é um passo importante na descoberta de nossa principal vocação profissional.

Digo principal porque temos algumas “aptidões secundárias”. O fato de uma pessoa ter melhores habilidades para a área da biologia, não significa que ela não se sairá bem na área de humanas. Digo isso porque a realidade de nosso país não permite que muitas pessoas realizem seus sonhos. Eu queria ser dentista, mas devido à minha condição financeira, optei pelo jornalismo. Confesso que sou muito feliz. Não tenho frustrações.

Precisamos nos adaptar à realidade. Não é possível fazer medicina, mas dá para estudar enfermagem ou instrumentação cirúrgica. Não é possível ser um engenheiro mecânico, mas é possível ser um técnico bem capacitado. Aliás, muitos técnicos ganham mais do que pessoas com terceiro grau completo. Por isso, é necessário estar atento às necessidades dos outros, pois, “onde uma necessidade do mundo e os seus talentos se cruzarem, aí está sua vocação” (Aristóteles, filósofo grego – 384 a 322 a.C.).

Precisamos estar atentos à nossa realidade. Ela está gritando para nós a todo instante. Devemos nos preparar da melhor maneira possível porque a qualquer momento pode surgir uma boa oportunidade, mesmo que já estejamos num bom emprego, pois, necessidade + talento = oportunidade. E, todos nós sabemos, as boas oportunidades são raras hoje em dia.

Fonte: www.asj.org.br


Paz Perfeita

13 Setembro, 2007

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pinturaa paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram.
O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo.
Este lago era um espelho perfeito
onde se refletiam umas plácidas montanhas
que o rodeavam.
Sobre elas encontrava-se um céu muito azul
com tênues nuvens brancas.
Todos os que olharam para esta pintura
pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas.
Mas estas eram escabrosas
e estavam despidas de vegetação.
Sobre elas havia um céu tempestuoso
do qual se precipitava um forte aguaceiro
com faíscas e trovões.
Montanha abaixo parecia retumbar
uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o rei observou mais atentamente,
reparou que atrás da cascata havia um arbusto
crescendo de uma fenda na rocha.
Neste arbusto encontrava-se um ninho.
Ali, no meio do ruído da violenta camada de água,
estava um passarinho placidamente sentado no seu
ninho…
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
“Paz não significa estar num lugar sem ruídos,
sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor.”
“Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso,
permanecemos calmos no nosso coração.”
Este é o verdadeiro significado da paz.

Autor Desconhecido