Por que ainda fumar?

31 Janeiro, 2008

Fumar Causa Aborto Espontâneo 

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O que causa a dependência do cigarro?

A nicotina, que é encontrada em todos os derivados do tabaco (charuto, cachimbo, cigarro de palha, etc) é a droga que causa dependência. Esta substância é psicoativa, isto é, produz a sensação de prazer, o que pode induzir ao abuso e à dependência. Por ter características complexas, a dependência à nicotina é incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde – CID 10ª revisão. Ao ser ingerida, produz alterações no Sistema Nervoso Central, modificando assim o estado emocional e comportamental dos indivíduos, da mesma forma como ocorre com a cocaína, heroína e álcool.
Depois que a nicotina atinge o cérebro, entre 7 a 9 segundos, libera várias substâncias (neurotransmissores) que são responsáveis por estimular a sensação de prazer (núcleo accubens), explicando-se assim as boas sensações que o fumante tem ao fumar. Com a ingestão contínua da nicotina, o cérebro se adapta e passa a precisar de doses cada vez maiores para manter o mesmo nível de satisfação que tinha no início. Esse efeito é chamado de tolerância à droga. Com o passar do tempo, o fumante passa a ter necessidade de consumir cada vez mais cigarros. De tal forma que, a quantidade média de cigarros fumados na adolescência, nove por dia, na idade adulta passa a ser de 20 cigarros por dia. Com a dependência, cresce também o risco de se contrair doenças debilitantes, que podem levar à invalidez e à morte.

Fonte: www.inca.gov.br/tabagismo

Parem de fumar pelo amor de Deus!!!

 


A distância de Deus é distância de si mesmo, explica Bento XVI

31 Janeiro, 2008

Ao apresentar a relação entre fé e razão em santo Agostinho de Hipona
Quando o ser humano se afasta de Deus, afasta-se de si mesmo, considera Bento XVI.

Foi o que o pontífice explicou aos cinco mil peregrinos congregados na Sala Paulo VI do Vaticano para participar da audiência geral, na qual pela terceira ocasião falou de Santo Agostinho de Hipona, nesta ocasião, em particular sobre o tema fé e razão.

Afirmou que «o itinerário intelectual e espiritual de Santo Agostinho constitui um modelo válido também hoje na relação entre fé e razão, tema não só para homens crentes, mas para todo homem que busca a verdade, tema central para o equilíbrio e o destino de todo o ser humano».

«Estas duas dimensões, fé e razão, não devem separar-se nem contrapor-se, mas devem estar sempre unidas», declarou.

Para ilustrar sua proposta, apresentou as famosas duas fórmulas com as quais Agostinho expressou esta síntese coerente entre fé e razão: «crede ut intelligas («crê para compreender») – crer abre o caminho para cruzar a porta da verdade –, mas também e de maneira inseparável, intellige ut credas(«compreende para crer»), perscrutar a verdade para poder encontrar a Deus e crer».

«A harmonia entre fé e razão significa sobretudo que Deus não está longe: não está longe de nossa razão, de nossa vida; está perto de todo ser humano, perto de nosso coração e de nossa razão, se realmente nos colocamos em caminho».

«A presença de Deus no homem é profunda e ao mesmo tempo misteriosa, mas pode reconhecer-se e descobrir-se na própria intimidade», pois como o bispo de Hipona disse: «nos fizeste, Senhor, para ti, e nosso coração está inquieto, até que descanse em ti».

«A distância de Deus equivale, portanto, à distância de si mesmos», reconheceu Bento XVI, algo que Santo Agostinho explicava com estas palavras de suas «Confissões»: «Tu estavas, certamente, diante de mim, mas eu me havia afastado de mim mesmo e não me encontrava».

«Isto é importante: quem está longe de Deus também está longe de si mesmo, alienado de si mesmo, e só pode encontrar a si se se encontra com Deus. Deste modo, consegue chegar a seu verdadeiro eu, sua verdadeira identidade».

«Agostinho encontrou a Deus e durante toda a sua vida fez sua experiência até o ponto de que esta realidade – que é antes de tudo o encontro com uma Pessoa, Jesus – mudou sua vida, como muda a de todos que, homens e mulheres, em todo tempo, têm a graça de encontrar-se com Ele».


Liturgia Diária

31 Janeiro, 2008

São João Bosco, Presbítero (Memória).

Outros Santos do Dia: Atanásio de Modon (bispo), Bobino de Troyes (monge, bispo), Eusébio de São Galo (monge), Francisco Xavier Bianchi (barnabita), Geminiano de Módena (bispo), João de Angelus (monge), Júlio (presbítero) e Juliano (seu irmão, diácono de Novara), Marcela de Roma (viúva), Martinho de Córdova (mártir), Metrano de Alexandria (mártir), Nicetas de Novgorod (bispo), Saturnino, Tirso e Vitor (mártires de Alexandria), Tarcísio, Zótico, Ciríaco e Companheiros (mártires de Alexandria), Trifena de Císico (mãe de família, mártir), Ulfia de Amiens (virgem).

Primeira leitura: 1 Samuel 7, 18-19.24-29
Deus ama seu povo.
Salmo responsorial: Sl 131 (132), 1-2. 3-5. 11. 12. 13-14 (R. Lucas 1,32b)
O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai, Davi.
Evangelho: Marcos 4,21-25
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

No evangelho de hoje nos encontramos com um eloqüente convite de Jesus para sermos luz. Ele veio para ser luz para seu povo; ora o que Jesus irradia não pode ficar oculto.

Aguçar os sentidos: “ouvidos são para ouvir”. A escuta está vinculada à compreensão e à assimilação da proposta de Jesus. Escutar é captá-la, pegá-la e deixar-se pegar por ela. Por isso os que têm ouvidos entenderão melhor e poderão ser luz para os outros. Muitas vezes os cristãos queremos viver a fé em solidão, não queremos que nos procurem, não queremos ajudar a outros que precisam de nós. Se o Senhor nos chama e nos envia, não podemos calar, é urgente deixar sair esse fogo interior para iluminar e esquentar os que fizeram de sua fé uma fria e triste dimensão.

Logo o evangelho apresenta um critério de justiça. Medir com uma medida é valorizar as pessoas e as situações com nosso próprio olhar crítico. Portanto, a honestidade com que emitamos nossas valorizações dará conta de um testemunho amoroso e serviçal. Nas comunidades e famílias, muitas vezes costumamos fazer juízos de valor sobre as pessoas e seu comportamento, mas resistimos a que nos avaliem e a nos auto-avaliarmos coerentemente. O convite de hoje é o de não deixar de ver os valores de caridade, liberdade e espírito crítico como mostras de maturidade e fraternidade.


Eis o segredo: Fazer tudo com Jesus

31 Janeiro, 2008

Quando fazemos tudo com Jesus, a nossa vida ganha um novo sentido, mesmo em meio às tribulações. Não sei se você já fez a feliz experiência de fazer tudo com Jesus; eu sempre busco fazer, porque é uma experiência muito gratificante e salutar para a minha alma. Tudo o que vou fazer, por mais simples que seja, sempre digo: Jesus, fica aqui comigo. Ao longo do dia, em meio à correria, estou sempre dizendo para Jesus: Não esqueça que O amo profundamente; aproxima o meu coração do Seu, Senhor.

Existe uma grande diferença em fazer tudo com Jesus e fazer tudo sozinha. Observo que quando convido Jesus a fazer tudo comigo, eu não fico agitada, o meu tempo rende, faço tudo em paz e com ordem, consigo discernir o que é o essencial a ser realizado no momento presente, não me canso tão fácil, porque divido tudo com Jesus. Ao passo que quando esqueço que sozinha eu não consigo fazer nada bem feito, e começo a fazer tudo com a minha própria força, o dia torna-se insuportável e desastroso.

Você já viveu um daqueles dias em que nada dá certo, e ao chegar ao final do mesmo, bate um sentimento de frustração, parecendo até que tudo foi em vão? É assim que acontece comigo quando assumo a postura de uma supermulher e esqueço de recorrer ao Deus da minha vida.
”Do coração atribulado Ele está perto e conforta os de espírito abatido. Muitos males se abatem sobre os justos, mas o Senhor de todos eles o liberta”( Sl 34).

É por isso que ao acordar, ainda na cama, entrego-me ao Senhor de corpo e alma, suplicando o seu socorro e a sua graça para a minha vida.

Peçamos ao Senhor, hoje, a graça de fazer tudo com Ele, por Ele e para Ele.

Jesus, eu confio em vós!

Luzia Santiago – Cancão Nova


Só os dons do Espírito Santo nos libertam

27 Janeiro, 2008

Hoje o Senhor está à porta. Ele está muito perto, muito perto mesmo. Claro que, para Deus, mil anos são como um dia, e um dia são como mil anos. Por isso é que se faz necessário que estejamos suficientemente convertidos. E enquanto aguardamos a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo, precisamos dos dons do Espírito para a nossa transformação pessoal.

Deus foi nos buscar nas “encruzilhadas” da vida e nos trouxe para a sala do banquete da festa do seu Filho que está para chegar. Somos a noiva aguardando o Esposo. Há ainda muitos irmãos na “rua”. Somos enviados a buscá-los; este é o nosso trabalho: ir e voltar. Estamos na “sala”, já temos um lugar garantido. Nosso trabalho é ir e voltar, trazendo irmãos para a “sala do banquete”, para que todos aqueles que são do Senhor e querem aceitar o seu convite venham.

Façamos este trabalho por nossos irmãos machucados, amarrados, presos, escravizados pelo inimigo. Escravizados a todo tipo de pecado, vícios e prisões. Prisões da mente, dos corações, da incredulidade. Para que eles possam vir, são necessários os dons do Espírito Santo de Deus, e todos os dons. Os dons são ferramentas com as quais libertaremos nosso irmão. Na nossa própria casa, há pessoas morrendo de sede, sede de Deus; morrendo de fome, fome de Deus. Nós não podemos negar ajuda a esses irmãos. Você não pode negar a seu marido, esposa, filhos, aos seus pais, a sua mãe, o poder do Espírito Santo; eles necessitam d’Ele.

Não nos será possível livrar nossos irmãos só com o nosso trabalho, com a nossa exortação. Se não for pelo poder do Espírito Santo, por meio dos dons d’Ele, não o conseguiremos.