Como explicar a existência de tantos santos e santas “populares”?

24 Junho, 2008

“A popularidade de alguns santos encontra-se justamente em certas fraquezas que revelaram.”

Todos sabemos que a Igreja não gosta muito do populismo, do estilo de certos políticos. Ser muito popular é olhado com certa desconfiança: bispo muito popular, padre muito popular, são vistos até com certa desconfiança. Assim, também se esperaria que só fossem proclamados santos e santas, aquelas pessoas que levaram uma vida muito discreta, e que por isto mesmo, se santificaram, e são exemplos de vida para todos nós.

Tudo bem, acontece que, embora tenha terminado mal numa cruz, Cristo teve também momentos de muita popularidade, e depois da Ressurreição se tornou a figura mais “popular”, ou seja, que mais está na boca do povo. Na trilha de Jesus Cristo, temos uma série de santos e santas populares, que aparecem em nomes de igrejas, cidades, ruas e praças.

Vamos recordar alguns: São Francisco e Santa Clara; Santa Edwiges; Santa Rita de Cássia; Santa Terezinha. E naturalmente temos os popularíssimos santos do mês de junho: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo.

Bom, mas então como explicar a existência destes santos e sua popularidade? A popularidade deles naturalmente não vem de eles haverem feito politicagem, buscando aplausos e votos para serem canonizados. A popularidade deles encontra-se no fato de haverem vivido o grande mandamento do Amor, amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmos.

Muitas vezes, em vida, eles e elas até foram um tanto antipáticos, ridicularizados. Exemplo de santo antipático: São Jerônimo, que vivia dando broncas em todo mundo, até poderia parecer um neurótico. Apesar disto se tornou um santo inesquecível, ainda mais que traduziu a Bíblia do hebraico para o Latim, um grande feito.

São João Maria Vianey, patrono dos sacerdotes, em vida, ao menos no começo da sua vida sacerdotal, também não teve lá aquela popularidade, pois era “durão”. Só com o tempo o povo começou a procurá-lo para confessar-se e assim eram atraídos não por ele, mas pela misericórdia de Deus que transparecia nele.

Com tudo isto estou querendo dizer que nunca o santo é populista, mas que pode ser popular, no sentido de atrair o povo por causa do amor que ele ou ela vivem, tanto em direção a Deus, quanto em direção ao próximo.

Poderíamos ainda dizer que a popularidade de alguns deles encontra-se justamente em certas fraquezas que revelaram. É o caso de São Pedro, traiu o Cristo, pecou feio, por isto é do nosso time!

Dr. Frei Antônio Moser


Nomes dos demônios

20 Junho, 2008

Leitor:

Gostaria de saber o significado do nome ZEBU, pois minha filha tem possessões demoniacas fala e ate psicografa, e o demonio em uma dessas possessões falou que o nome dele era ZEBU e que o Deus dele era Lucifer, favou me explicar, que nome é esse. Obrigada pela atenção!

Nota do Blog:
“Baalzebu” (Baal-Zebu) ou “Belzebu”: um príncipe dos demônios ou identificado também como Satã, chefe dos demônios. Na demonologia ele é o primeiro ministro dos espíritos malignos, o “Senhor das Moscas”, manda moscas arruinarem a colheita e o povo de Canaã prestava-lhe homenagem na forma de uma mosca (2Reis 1:3). A forma original desta palavra era “Baalzebube”, termo do deus de Ecrom, com o sentido de “deus das moscas”. Depois os judeus passaram a usar o termo “Baalzebel”, que significa “senhor do esterco”, termo esse usado para mostrar o ódio dos judeus pelos deuses dos gentios. Também era empregado o termo “Baalzebul”, que tem o sentido de “senhor da casa”, isto é, da casa dos demônios; e assim o nome passou a ser sinônimo de Satanás. Figura aterrorizante, enorme, preto, inchado, chifrudo, cercado de fogos e com asas de morcego.


Quem disse que eu posso mudar o mundo?

19 Junho, 2008

Muda o mundo quem sabe mudar a si mesmo!

Considero tolice desejar que as pessoas mudem; especialmente as que são mais próximas. A única força capaz de mudar o mundo é uma vida em crescimento consciente e sincero para o amor. Se existir um outro caminho, por favor, me diga!

A mudança das pessoas começa em mim!

Ricardo Sá – Canção Nova


Dá pra gente aprender a perdoar?

14 Junho, 2008

Descobri que o perdão é um ato continuo – desculpe explicar –, que sempre se repete.
É amar novamente, apesar de tudo, sem resposta alguma, sem conforto, nem de alma nem de afeto. É amar de novo, sem mudança alguma, mesmo com toda a razão; amar de novo.
Muita gente desiste, porque ainda não descobriu que perdoar é esta experiência que não acaba nunca.
Coragem, viu?

Ricardo Sá – Canção Nova


Qual a melhor penitência que eu posso fazer?

9 Junho, 2008

Quem responde é o Santo Pe. Pio di Pietrelcina:
“Faça a penitência de ser constante na prática do bem.”
Confesso que – com esta – mudei meu modo de ver a vida, as pessoas, e a vida espiritual!

Ricardo Sá


Quais são os segredos para a vida espiritual?

4 Junho, 2008

Existem “chaves” ou princípios, resultados, especialmente, da sabedoria dos grandes doutores e doutoras de nossa fé. Um deles, João Paulo II, afirma que nossa união profunda com Nosso Senhor é inatingível através de nossos próprios esforços; trata-se de uma graça que somente Deus nos pode dar. Ao mesmo tempo, nossos esforços pessoais são simplesmente indispensáveis. Que sabedoria, meu Deus!

Ricardo Sá – Canção Nova